Faz semanas que ouço os dois primeiros álbuns da Norah Jones para dormir. Todas são combinações lindas de violão, piano e voz.. imagina que eu nem gosto, né. Ah, e eu e ela temos algo em comum: um nome próprio oculto. HAHAHAH! Será isso fossa ou eu viciei na danada? De qq forma, é um puta som. Os cds do White Stripes estão de lado BONITO. Sorry, Jack.
Quando puder viajar pra fora (=sem previsão que isso aconteça), quero ir demais num show dessa mulher. É o tipo de musicista que parece ser mais bacana ao vivo doq masterizado. Fora que tenho curiosidade em ver o Lee Alexander – baixo é um som bacana.
Not too late: capa do CD mais recente
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Quinta feira perderei as pintinhas. Como estava conversando com o Hideki ontem, elas estavam lá quando passei por tantas coisas, mas foram as marcas nos joelhos que eu mais me recordo =P.
A pintinha do rosto fazia as pessoas me zuarem de Madona qdo eu era criança (Q!).
Tá.. estiveram no meu primeiro beijo, quando passei pela cirurgia das orelhas*, nos capotes pelo sítio também..mas #eucoleciono e depois jogo tudo fora. =P
*o brinco era muito pequeno, e o lobulo da minha orelha ‘engoliu’ o brinco.. não sei como foi porque só lembro do pano sendo colocado na minha cara e.. é, só.
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Ed, meu irmão mais novo, completou duas décadas de vida no último dia 11. おめでとう!




Nunca me liguei muito nas minhas pintas… Tenho algumas. Umas no meu braço (hoje quase na dobra do braço), mas que quando eu era criança ficavam na altura do lugar onde a gente toma injeção. – Pintas que mudam de lugar (mudam mesmo), mas nunca me liguei muito nisso. Afinal de contas, pintas são apenas pintas.
Mas eu não sei se teria coragem de tirar alguma pinta. Se elas existem, e se não são uma coisa que pode prejudicar a nossa saúde, eu prefiro deixar elas bem quietinhas no seu próprio canto.
Agora “marcas”, isso eu tenho aos montes. Marcas de acidentes (tombos, atropelamentos e cintadas de quando era criança), isso são coisas que eu também prefiro guardar comigo. – Cada marca tem uma história (e algumas delas acompanham alguma lembrança dolorida). – Mas quem somos nós sem nossas marcas? Sem nossos tombos no meio do caminho?
Pense nisso… E muita paz!